Jair Ferreira Humber - 25 de Maio de 2007
Nome:Jair Ferreira Humber.
Naturalidade:Itapeva-SP.
Idade: 40 anos.
Idade: 40 anos.
Estado civil: Casado.
Curso e faculdade nos quais se formou:Medicina Veterinária -UFPR.
Aonde está morando atualmente: Itapeva-SP.
Aonde está morando atualmente: Itapeva-SP.
Qual a sua atividade atual:Diretor da Vigilância Sanitária Municipal.
Em que período morou na CELU: 1988-1992.
Apelido: Não Tinha.
Por que do apelido:------
Apelido: Não Tinha.
Por que do apelido:------
Quarto(s) que morou: 104, 120
Véias que teve: Julian, Aldo, Rossembergue, Gerlain, Peninha.
Véias que teve: Julian, Aldo, Rossembergue, Gerlain, Peninha.
Quais cargos ocupou e em que períodos:1º Secretário, membro do Conselho Deliberativo, não lembro o período.
O que representou a CELU na sua vida: Uma fase de amadorecimento individual e de convivência social.
Qual a maior lição que teve na CELU: Solidariedade.
Qual a maior emoção e a maior decepção dentro da CELU:Festa de 20 anos da casa, não houve maior decepção.
O que você acrescentaria e o que retiraria da CELU:Tudo o que aconteceu na época teve sua importância.
Qual o valor da CELU para você: Inestimável, especialmente pela fase de mudança que compartilhamos com outras pessoas de diferentes lugares, porém, de semelhantes necessidades e desejos.
Uma estória da CELU que gostaria de compartilhar: Eu e minha véia tínhamos um acordo: quando o alfinete (da placa de isopor grudada do lado de fora da porta) estivesse na frase "estou no passeio público" o quarto estava "interditado"; voltei da faculdade à tarde e o Bendito tinha saído e esquecido de mudar o alfinete, fiquei até a noite espetando na sala de leitura e TV, quando ele retornou da rua.
Qual a maior lição que teve na CELU: Solidariedade.
Qual a maior emoção e a maior decepção dentro da CELU:Festa de 20 anos da casa, não houve maior decepção.
O que você acrescentaria e o que retiraria da CELU:Tudo o que aconteceu na época teve sua importância.
Qual o valor da CELU para você: Inestimável, especialmente pela fase de mudança que compartilhamos com outras pessoas de diferentes lugares, porém, de semelhantes necessidades e desejos.
Uma estória da CELU que gostaria de compartilhar: Eu e minha véia tínhamos um acordo: quando o alfinete (da placa de isopor grudada do lado de fora da porta) estivesse na frase "estou no passeio público" o quarto estava "interditado"; voltei da faculdade à tarde e o Bendito tinha saído e esquecido de mudar o alfinete, fiquei até a noite espetando na sala de leitura e TV, quando ele retornou da rua.
Um recado para os atuais moradores, A CELU é: Algo a ser preservado para as futuras gerações.